"COMO É FÁCIL ENGANAR OS FIÉIS!" (Assista esse vídeo até o fim e abra sua mente!)




Desculpem minha demora em postar, mas esse vídeo realmente merece estar neste blog.

Gostaria muito que todos conhecessem o pleno conhecimento da verdade, por isso, assista até o fim e seja liberto dos pré-conceitos, da cultura religiosa, da ignorância, das trevas e da tradição.

Deixe seu comentário.

Gostaria de saber o impacto que esse vídeo causou em sua vida.


- Adriana -

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"Como ter sucesso em ser você mesmo"

É difícil curtir a vida quando você não gosta de si mesmo. As pessoas que não aprenderam a aceitar e conviver com eles mesmos tendem a ter mais dificuldade em aceitar e conviver com os outros. No entanto, a Bíblia nos diz repetidamente "amar o teu próximo como a ti mesmo." Eu, pessoalmente, passei anos tendo dificuldade em conviver com as pessoas, até que eu finalmente percebi através da Palavra de Deus, como a minha dificuldade com outras pessoas, era na verdade "enraizada" em minhas dificuldades comigo mesma.


A Bíblia diz que uma árvore boa produz bons frutos, e uma árvore má dará frutos podres. Da mesma forma, o "fruto" de nossas vidas vem da "raiz" dentro de nós. Se você está enraizada na vergonha, culpa, inferioridade, rejeição, falta de amor e aceitação, etc, o fruto de seu relacionamento irá sofrer. No entanto, quando você tem uma revelação do amor incondicional de Deus por você e começa a aceitar a si mesma e aos outros, eventualmente, estas novas raízes irão produzir bons frutos, e seus relacionamentos irão prosperar.

Aqui estão algumas dicas que eu acredito que vão ajudá-lo a ter sucesso em ser você mesmo.

1. Nunca diga ou pense coisas negativas sobre si mesmo, tais como: "Eu nunca faço nada direito." "Eu nunca vou mudar." "Eu sou feio". "Eu não gosto de mim." "Eu sou burro". "Quem poderia me amar?" Mateus 0:37 diz, ... por tuas palavras serás justificado ..., e pelas tuas palavras serás condenado .... Provérbios 23:07 diz: ... como [um homem] imaginou no seu coração, assim ele é. Em outras palavras, a forma como falamos e pensamos sobre nós mesmos revela como nos sentimos em relação a nós mesmos.

2. Fale coisas boas sobre si mesmo (como confissões privadas) em linha com o que a Palavra diz sobre você. Por exemplo: "Eu sou a justiça de Deus em Cristo". "Eu sou feito aceitável ​​no Amado." "Deus me criou e me formou com suas próprias mãos, e Deus não comete erros." Eu gosto de começar o dia fazendo boas confissões. Talvez você possa fazer isso enquanto você está dirigindo para o trabalho ou a limpeza da casa. Eu também incentivá-lo a se olhar no espelho e dizer em voz alta: "Deus ama e aceita você, e eu também" Você pode até tentar abraçar-se. Isso é benéfico para as pessoas que não tinham amor e aceitação em suas vidas.

3. Nunca se compare com outras pessoas. Deus deve amar a variedade ou Ele não teria criado a todos nós de forma diferente, mesmo de nossas impressões digitais. Você nunca vai ter sucesso em ser você mesmo, se você está tentando ser como alguém. Outras pessoas podem ser um bom exemplo para você, mas mesmo duplicar as suas boas características irão se manifestar de forma diferente através de sua personalidade individual.

4. Concentre-se em seu potencial, em vez de suas limitações. Atriz Helen Hayes foi dito no início de sua carreira, que se ela fosse quatro centímetros mais alto que ela seria a maior atriz de seu tempo. Seus treinadores tentaram vários métodos de alongamento-la, mas nada aumentado sua altura. Ela se recusou a concentrar-se na suposta limitação de ser um metro e meio e decidiu concentrar-se em seu potencial. Como resultado, ela acabou por ser escalado como Mary, Rainha da Escócia, uma das rainhas mais altos que já viveu.

5. Encontre algo que você gosta de fazer e que você faz bem, e faça isso mais e mais. Se você gastar seu tempo fazendo coisas que você não são boas, isso vai frustrá-lo e fazer com que você se senta derrotado e sem sucesso.

6. Tenha a coragem de ser diferente e lidar com as críticas. Seja uma pessoa que agrada a Deus, não uma que agrada ao homem (Gálatas 1:10). Se você ousar ser diferente, você vai ter que esperar algumas críticas. Indo junto com a multidão - quando você sabe no fundo do seu coração que Deus está levando você a diferente maneira - é uma razão para as pessoas não conseguirem ser elas mesmas. Você não vai gostar muito de si mesmo, se você ir contra suas próprias convicções.

7. Não deixe que a forma como uma pessoa te trata determine o seu valor.

8. Mantenha suas falhas em perspectiva. Pessoas com um alto nível de confiança têm tantas fraquezas como pessoas sem confiança, mas se concentre em seus pontos fortes, não suas falhas ou fraquezas. E não permite os outros a diminuírem sua alta-confiança para que você se concentre em um conceito errônio de "falsa humildade".


Em conclusão, deixe-me lembrá-lo da minha declaração na abertura deste artigo: 
É difícil curtir a vida quando você não gosta de si mesmo. Quando você aprende a ter sucesso em ser você mesmo, você estará bem em sua maneira de desfrutar a vida mais plenamente.




por Joyce Meyer
This article is taken from Joyce's book, How to Succeed at Being Yourself.
Credits to: http://www.joycemeyer.org/articles/ea.aspx?article=how_to_succeed_at_being_yourself

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Ignorância e falta de educação são as marcas de uma geração de adolescentes

Por  | Na Mira do Regis – ter, 28 de mai de 2013
Caso você não o conheça, vou apresentá-lo. O pianista André Mehmari é um dos maiores pianistas do Brasil atualmente, um músico/arranjador/compositor/multiinstrumentista que tem como principal qualidade, além de sua técnica primorosa, o trânsito fácil e livre que consegue estabelecer entre os universos da música erudita e da música popular brasileira e o jazz. Ele chegou a vencer umPrêmio Visa de MPB Instrumental e vários concursos de composição erudita, já tocou ao lado de grandes cantoras como Ná Ozzetti e Mônica Salmaso, e tem seis discos lançados, todos excelentes. Você pode assistir abaixo dois exemplos desta competência instrumental:
Bem, feitas as apresentações, vamos ao motivo que me levou a escrever a respeito dele hoje, mais precisamente, a uma terrível experiência pela qual ele passou e que dá bem a medida dos tempos em que vivemos hoje. Peço permissão para colocar abaixo o texto que ele escreveu em sua página no Facebook. Leia com atenção, por favor...
“Há uns dias participei como convidado especial de um projeto musical educacional, para jovens de escolas públicas, de 10 a 12 anos, aqui perto de São Paulo. Levaram uma ótima banda, fizeram um roteiro bem bolado e caprichado com atores de primeira, e na segunda parte, a pedido da produção, entrei no palco, feliz da vida para falar de (Ernesto) Nazareth e anunciar as canções que se seguiriam.
Ao som de berros e injustificáveis vaias irracionais, ouvi toda sorte de grosseria: ‘sai daí, filho da puta!’ ‘Vai tomar no ...!’, Vai se f....!’
Fiquei um tanto cabisbaixo, mas segui quase firme. Com muito orgulho, falei um pouco desta música. Acompanhado por um supermúsico amigo - o percussionista e compositor Caito Marcondes -, toquei desconcentrado e ainda estupefato uma suíte de maxixes ‘nazarethianos’ abraçando uma ária de opera. É, eu queria falar para eles desta coisa bonita da Musica, de não ter fronteiras, a não ser na cabeça de medíocres e preconceituosos.
Mas a fronteira ali estava tão antes de qualquer pensamento, de qualquer diálogo. Tudo tão aquém de qualquer desenvolvimento, que abaixei a cabeça e levei mecanicamente a apresentação até o final, acreditando que se tocasse para um único par de ouvidos férteis naquela plateia de 600 jovens pessoas já teria valido meu esforço, minha confiança na vida.
Sei bem que educação é sempre desafio e que o Brasil encontra-se muito longe de ter estrutura e pessoal adequado.
Meu apelo aqui fica para os pais, que acreditam que a educação de um filho se dá na escola. Ela se dá principalmente em casa, neste nível fundamental da formação do caráter de um ser humano. Não coloquem filhos no mundo se não estão aptos e dispostos a dar uma formação cuidadosa e apaixonada a estes novos seres.
E estou farto deste discurso politicamente ‘soft-new-age-correto’ e praticamente inefetivo, de aceitar tudo e botar panos quentes em tudo que um jovem faz e diz. Acredito que ele tem consciência de seus atos e cabe aos mais experientes apontar problemas, olhar esta turma como nossos semelhantes que, em poucos anos, estarão ocupando importantes cargos e funções.
Educação é invariavelmente feita com amor e dedicação e estas são responsabilidades primordiais dos pais, depois da escola e da experiência. De qualquer maneira agradeço a oportunidade de tocar para aqueles jovens, mesmo tendo sofrido agressões que me ofenderam. Sei que aqueles que ouviram saberão me agradecer no futuro. E estarei plenamente recompensado e tranquilo!”
Quem acompanha o que escrevo neste honrado espaço sabe bem o que penso a respeito desta molecada nos dias atuais. Para quem não sabe, vou repetir numa boa: salvo raríssimas exceções, toda uma geração de adolescentes brasileiros se transformou em uma manada de asnos!
É isto mesmo o que você acabou de ler. Sem tintas douradas ou palavras suaves. A realidade nua e crua é exatamente esta. Quem é pai ou mãe sabe exatamente o que quero dizer. Nos dias atuais, professores se transformaram em seres com nervos em frangalhos, com o espírito esgotado e abalado por terem que lidar com pequenos bucéfalos, precocemente empurrados para a vala da ignorância por causa do meio em que vivem, seja a família, os amigos e até mesmo a própria escola.
Meninos e meninas são capazes de sugar o bom humor de quem quer que seja, tão rapidamente quanto as palavras ásperas, os gritos e a violência verbal que emanam de suas bocas sujas e cérebros já necrosados. Conversando com professores, a opinião é unânime: sala de aula é hoje um lugar onde reina a insanidade. Capacidade de cognição e momentos de sensibilidade por parte destes adolescentes é visto como um autêntico milagre de natureza divina.
E quero deixar claro: isto não tem nada a ver com classe social e poder aquisitivo! Há uma horda de adolescentes cretinos milionários, ricos, pobres e miseráveis. A burrice e a falta de educação não fazem distinção.
O que aconteceu com o talentoso pianista André Mehmari em um teatro municipal de Campinas, mais precisamente no bairro da Vila Industrial, é sintomático da total falta de educação e bons modos de toda uma geração. Basta dar uma olhada no meu perfil do Twitter para ver a quantidade de ofensas pesadas – e que se multiplicam como moscas – toda vez que escrevo a respeito de ídolos musicais desta garotada sem cérebro. Palavrões cabeludíssimos escritos por meninas que sequer tiveram a sua primeira menstruação e meninos que nem conhecem o significado do termo “punheta”. Dá vontade de fazer vasectomia no dia seguinte...
Infelizmente, a escola não é mais capaz de propiciar aquela camada de civilização que complementava a educação familiar. Basta ver a quantidade de vídeos que inundam o You Tube com cenas de violência contra professores, colegas de classe e funcionários para sacar que toda uma geração de jovens já encara o seu semelhante como um rival, um adversário a ser derrotado de qualquer maneira, nem que seja preciso ir armado para as aulas. O fato de nenhum destes pequeninos monstros não reconhecer a autoridade no ambiente escolar é o retrato inequívoco da falta de autoridade dentro de casa. Não reconhecer isto é negar a existência de qualquer parâmetro de civilidade.
E há outro problema, tão sério quanto este: a superficialidade imediatista que vê sendo imposta a todos nós diariamente pelos meios de comunicação. Em um País que teoricamente prima pela “diversidade”, cada vez mais somos esbofeteados por estratégias de marketing desenfreadas, que tentam nos obrigar a tomar a cerveja “X”, vestir a roupa “Y” e comprar o carro “Z” para que ninguém se sinta... diferente! É o fim da picada!
Precisamos acabar com este papo de que “povo não gosta de cultura e arte”, que vem nivelando a programação das emissoras de TV e rádio a níveis abaixo do rasteiro. Temos que acabar com esta conversa de que “tudo é arte”, disseminada por pseudointelectuais de padaria, que defendem a ideia de que as classes menos favorecidas intelectualmente produzam a sua própria “cultura” e deixem de olhar para o passado ou para outras vertentes de informação e conhecimento. Para estes palhaços com pinta de sociólogos da PUC, tudo bem que isto resulte nos “Naldos”, “Lek Leks” e “quadradinhos de oito” da vida, pois é “cultura de um povo”. Cultura uma ova!
Ah, o nome do tal projeto do qual André participava chama-se Ouvir Para Crescer. Que ironia nauseante, não?

Escrito por Regis Tadeu no blog Na mira do Regis - integralmente copiado do YAHOO notícias com fiéis créditos e congratulações ao escritor.

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